Comercial argentino da Coca-Cola usando uma música velha do Oasis mas que nunca perdeu a genialidade.
Curto muito essa letra!
E essa aqui é a versão do Oasis que mais gosto, ao vivo no Jools Holland de 1994.
I'm free to be whatever I
Whatever I choose
And I'll sing the blues if I want
I'm free to say whatever I
Whatever I like
If it's wrong or right it's alright
Always seems to me
You only see what people want you to see
How long's it gonna be
Before we get on the bus
And cause no fuss
Get a grip on yourself
It don't cost much
Free to be whatever you
Whatever you say
If it comes my way it's alright
You're free to be wherever you
Wherever you please
You can shoot the breeze if you want
It always seems to me
You only see what people want you to see
How long's it gonna be
Before we get on the bus
And cause no fuss
Get a grip on yourself
It don't cost much
I'm free to be whatever I
Whatever I choose
And I'll sing the blues if I want
Here in my mind
You know you might find
Something that you
You thought you once knew
But now it´s all gone
And you know it's no fun
Yeah I know it's no fun
Oh I know it's no fun
I'm free to be whatever I
Whatever I choose
And I'll sing the blues if I want
I'm free to be whatever I
Whatever I choose
And I'll sing the blues if I want
Whatever you do
Whatever you say
Yeah I know it's alright
Whatever you do
Whatever you say
Yeah I know it's alright.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
domingo, 9 de janeiro de 2011
A Tried And Tested Method
Posto, reposto e posto de novo esse clip do Longcut. Toda vez que vejo acho sensacional.
Amor indie e seus desencontros em infográfico ou algo do tipo.
De como a tristeza pode ser boa
Não é à toa que grandes discos e livros foram feitos quando seus autores estavam na merda. Além de servir de inspiração, alguns estudos dizem que a tristeza aumenta sua criatividade.
Uma pesquisa da Universidade de Harvard conseguiu provar isso e como o nosso humor afeta nossa capacidade de tomar decisões depois de fazer vários testes em pessoas. Num dos testes, por exemplo, primeiro colocavam pessoas para ver filmes tristes e outras filmes alegres, para depois mostrarem fotos e fazerem perguntas. As respostas daqueles que viram os filmes mais deprês eram sempre melhores.
Um outro teste foi relacionado a mémória. Colocaram vários objetos estranhos dentro de uma loja de conveniência e depois perguntavam pras pessoas que lá estiveram se elas lembravam de tudo. Quando esse experimento era feito num dia chuvoso e cinza, as pessoas lembravam mais. Nos dias de sol a coisa era bem diferente.
Isso mostra perfeitamente, segundo um cientista de emoções lá de Harvard, essa nossa memória chata que guarda tão bem certos maus momentos. Alguns dias marcantes e tristes dos quais nós lembramos cada detalhe como se fosse um filme. Tenho que discordar um pouco com esse estudioso. É certo que guardamos memórias detalhadíssimas dos maus momentos, mas também dos dias felizes. Posso lembrar muito bem do roteiro de dias que foram importantíssimos para mim. Só acho que não guardamos muito é dos dias mais ou menos e medíocres. Uma pena que eles sejam a maioria.
Mais do estudo aqui:
http://content.ksg.harvard.edu/lernerlab/media/why_sadness_is_good.php
Uma pesquisa da Universidade de Harvard conseguiu provar isso e como o nosso humor afeta nossa capacidade de tomar decisões depois de fazer vários testes em pessoas. Num dos testes, por exemplo, primeiro colocavam pessoas para ver filmes tristes e outras filmes alegres, para depois mostrarem fotos e fazerem perguntas. As respostas daqueles que viram os filmes mais deprês eram sempre melhores.
Um outro teste foi relacionado a mémória. Colocaram vários objetos estranhos dentro de uma loja de conveniência e depois perguntavam pras pessoas que lá estiveram se elas lembravam de tudo. Quando esse experimento era feito num dia chuvoso e cinza, as pessoas lembravam mais. Nos dias de sol a coisa era bem diferente.
Isso mostra perfeitamente, segundo um cientista de emoções lá de Harvard, essa nossa memória chata que guarda tão bem certos maus momentos. Alguns dias marcantes e tristes dos quais nós lembramos cada detalhe como se fosse um filme. Tenho que discordar um pouco com esse estudioso. É certo que guardamos memórias detalhadíssimas dos maus momentos, mas também dos dias felizes. Posso lembrar muito bem do roteiro de dias que foram importantíssimos para mim. Só acho que não guardamos muito é dos dias mais ou menos e medíocres. Uma pena que eles sejam a maioria.
Mais do estudo aqui:
http://content.ksg.harvard.edu/lernerlab/media/why_sadness_is_good.php
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
De: Jens. Para: Mim.

"I set out to write about anything but myself and ended up writing only about myself and maybe 3-4 other people who really don't serve any other purpose than to reflect myself. It's been trying to tell me that a self portrait is not just a dialogue between you and yourself, but it's also a dialogue with a third person - the beholder. Or in a larger perspective - society. Yeah right album, whatever you say.I set out to write about anything but heartbreak, and ended up writing almost entirely about it. I felt like a war correspondent, wishing for a small column about gardening. Putting on my helmet and my bulletproof vest one more day. It said: You're doing a good thing, remember all the people who write to you with their stories. All they want is someone to tell them theirs so they know they're not alone. I said : Yeah yeah yeah."
Tudo isso é o Jens Lekman falando do seu próximo disco, que espero ansiosamente para 2011. A foto também é dele, de algum lugar em Nova York.
A morte lenta e agonizante
Essa coisa toda do fechamento do Cine Belas Artes de São Paulo é uma história que se repete igualzinha em vários lugares do país. Afinal já faz tempo que cinemas de rua estão fechando as portas e muitas histórias bonitas perdendo seu palco.
Aqui em Curitiba mesmo presenciei a morte de 3 cinemas. O Plaza da Praça Osório, gigantesco cinema em pleno centro da cidade, fechou e hoje abriga uma igreja. Até os cinemas patrocinados pela Fundação Cultural tiveram o mesmo fim. Cine Ritz e Luz, que tinham uma ótima programação e cobravam 1 real só de entrada no fim de semana, fecharam por problemas de aluguel. A prefeitura prometeu um novo local pra eles na mítica Rua Riachuelo, que está sendo revitalizada, mas até agora nada.
O cine Roxy, lá de Santos, conseguiu driblar isso e até hoje continua sendo um cinema de rua muito frequentado na cidade. Ele era daqueles tipos gigantões, que cabiam pra lá de 1500 pessoas. Lembro de ter assistido "Eu sei o que vocês fizeram no verão passado" no cinema completamente lotado e todo o frenesi que davam na galera na hora dos sustos. Pois bem, isso foi nos anos 90. Depois o cinema começou a morrer, mas revitalizaram total o lugar. A salona única e gigante foi reformada e hoje abriga umas 4 ou 5 salas super moderninhas.
Ou seja, é possível. Yes we can!
A Bia, amiga de Santos de sempre e com quem minha irmã mora em SP agora, compartilhou no Facebook uma bela história sobre o Belas Artes:
Aqui em Curitiba mesmo presenciei a morte de 3 cinemas. O Plaza da Praça Osório, gigantesco cinema em pleno centro da cidade, fechou e hoje abriga uma igreja. Até os cinemas patrocinados pela Fundação Cultural tiveram o mesmo fim. Cine Ritz e Luz, que tinham uma ótima programação e cobravam 1 real só de entrada no fim de semana, fecharam por problemas de aluguel. A prefeitura prometeu um novo local pra eles na mítica Rua Riachuelo, que está sendo revitalizada, mas até agora nada.
O cine Roxy, lá de Santos, conseguiu driblar isso e até hoje continua sendo um cinema de rua muito frequentado na cidade. Ele era daqueles tipos gigantões, que cabiam pra lá de 1500 pessoas. Lembro de ter assistido "Eu sei o que vocês fizeram no verão passado" no cinema completamente lotado e todo o frenesi que davam na galera na hora dos sustos. Pois bem, isso foi nos anos 90. Depois o cinema começou a morrer, mas revitalizaram total o lugar. A salona única e gigante foi reformada e hoje abriga umas 4 ou 5 salas super moderninhas.
Ou seja, é possível. Yes we can!
A Bia, amiga de Santos de sempre e com quem minha irmã mora em SP agora, compartilhou no Facebook uma bela história sobre o Belas Artes:
"O cine Belas Artes foi fundamental para minha existência. Lá foi o primeiro encontro dos meus pais, há mais de 35 anos. Ela era secretária e ele acho que técnico. Se conheceram no fretado da empresa e foram assistir ao italiano "A Classe Operária Vai ao Paraíso". Eu amo essa história!".Também amei, Bia!
Do you believe in miracles?
Desde que conheci o Jeremy Messersmith não parei de escutar. Essa canção "Miracles" aí de cima é ótima e parece que rolou até numas séries americanas.
Skank + Nando Reis
Estar em casa em Santos é uma beleza, mas acabou já a folga. Uma das coisas boas é poder abusar de ver TV HD jogadão no sofá.
Entre o muito que assisti, uma das grandes surpresas foi esse especial do Nando Reis com o Skank no Vh1 HD. Não tinha a mínima ideia que isso existia e é ótimo. As canções que ele fez letra em parceria com o Samuel Rosa são um clássico.
Deu tempo pra ver todo o making off, as entrevistas e o show em si. O melhor de tudo, além de conhecer todas as histórias de bastidores de como era parceria das composições, é ver o próprio Nando Reis cantando essas canções que ele escrever, mas não cantava geralmente. Falem o que falem do cara, mas que é um dos melhores letristas brasileiros não tenho dúvida.
Aqui uma partezinha do show, que começa com uma das minhas preferidas do Skank: Ali.
Entre o muito que assisti, uma das grandes surpresas foi esse especial do Nando Reis com o Skank no Vh1 HD. Não tinha a mínima ideia que isso existia e é ótimo. As canções que ele fez letra em parceria com o Samuel Rosa são um clássico.
Deu tempo pra ver todo o making off, as entrevistas e o show em si. O melhor de tudo, além de conhecer todas as histórias de bastidores de como era parceria das composições, é ver o próprio Nando Reis cantando essas canções que ele escrever, mas não cantava geralmente. Falem o que falem do cara, mas que é um dos melhores letristas brasileiros não tenho dúvida.
Aqui uma partezinha do show, que começa com uma das minhas preferidas do Skank: Ali.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Reggaeton Classics
Nesses últimos dias comecei uma febre de revisitar e conhecer novos clássicos do reggaeton, esse ritmo latino que tanto incentiva a procriação com seu gingado característico.
Acho que nunca dei muito valor para o reggaeton, já que todo "boliche" clássico de Buenos Aires só sabia tocar isso que enchia o saco.
Aqui um breve resumo dos grandes reis desse ritmo:
Daddy Yankee
Sumidade em reggaeton, chegou a fazer sucesso no Brasil com seu hit "Gasolina", mas o hit mais tocante dele pra mim é o "Llamado de Emergencia". A canção tem letra sensacional dizendo que um homem moribundo está morrendo e que alguém tem que reviver o coração dele. Ele pede respiração boca a boca e quer transformar a maca em um ninho de amor. Detalhe, mais de 48 milhões de views no Youtube
Makano
Outra vertente do reggaeton, só que muito mais sofrida e dor de cotovelo. É mais ou menos o que o pagode é pro samba. Um sofre, o outro é mais canalha. Makano sofre e muito.
Wisin y Yandel
Dupla de talento único para xingar mulheres em Abusadora, um clip com mega produção.
Don Omar
Um artista muito conceitual, que inspira muitos outros reggaetoneros no mundo. "Ella y Yo" é um grande hit...
tendo uma versão igualzinha feita por outro mestre, o Latino:
Acho que nunca dei muito valor para o reggaeton, já que todo "boliche" clássico de Buenos Aires só sabia tocar isso que enchia o saco.
Aqui um breve resumo dos grandes reis desse ritmo:
Daddy Yankee
Sumidade em reggaeton, chegou a fazer sucesso no Brasil com seu hit "Gasolina", mas o hit mais tocante dele pra mim é o "Llamado de Emergencia". A canção tem letra sensacional dizendo que um homem moribundo está morrendo e que alguém tem que reviver o coração dele. Ele pede respiração boca a boca e quer transformar a maca em um ninho de amor. Detalhe, mais de 48 milhões de views no Youtube
Makano
Outra vertente do reggaeton, só que muito mais sofrida e dor de cotovelo. É mais ou menos o que o pagode é pro samba. Um sofre, o outro é mais canalha. Makano sofre e muito.
Wisin y Yandel
Dupla de talento único para xingar mulheres em Abusadora, um clip com mega produção.
Don Omar
Um artista muito conceitual, que inspira muitos outros reggaetoneros no mundo. "Ella y Yo" é um grande hit...
tendo uma versão igualzinha feita por outro mestre, o Latino:
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Retrospectiva blogueira 2010
Os posts que mais gostei, mês a mês.
Fevereiro: Coco, el Paragua
Março: Curitiba Facts
Abril: Tudo que sei sobre amor aprendi com o pagode
Maio: Publicidade da Copa: Brasil x Argentina
Junho: 24 horas com bigode
Julho: Não fodam o amor e Uruguai épico.
Agosto: Swell Season e o caso de amor com um violão.
Setembro: Encontrando o amor perfeito em Curitiba.
Outubro: Maradona como metáfora da Argentina.
Novembro: Quiero vivir en un libro.
Dezembro: OOPArt
Fevereiro: Coco, el Paragua
Março: Curitiba Facts
Abril: Tudo que sei sobre amor aprendi com o pagode
Maio: Publicidade da Copa: Brasil x Argentina
Junho: 24 horas com bigode
Julho: Não fodam o amor e Uruguai épico.
Agosto: Swell Season e o caso de amor com um violão.
Setembro: Encontrando o amor perfeito em Curitiba.
Outubro: Maradona como metáfora da Argentina.
Novembro: Quiero vivir en un libro.
Dezembro: OOPArt
Festa do P
Saudade dessas doenças publicitárias argentinas. Nesse comercial da operadora de celulares Personal rola uma festa onde só gente da letra P da agenda é convidado.
Tem a Pato, o Plomero (encanador) e até a Prima gata.
Curitiba, se você sorrir
Quando é que o ano realmente começa?
É quando você volta ao trabalho? Quando cai o primeiro aluguel? Ou quando pela primeira vez no ano você acorda com uma vontade danada de mandar flores ao delegado, de bater na porta do vizinho e desejar bom dia e de beijar o português da padaria?
Além dessa dúvida, também estou com música do @rufatto na cabeca.
07 Curitiba, se você sorrir, lhe darei um doce by Giancarlorufatto
É quando você volta ao trabalho? Quando cai o primeiro aluguel? Ou quando pela primeira vez no ano você acorda com uma vontade danada de mandar flores ao delegado, de bater na porta do vizinho e desejar bom dia e de beijar o português da padaria?
Além dessa dúvida, também estou com música do @rufatto na cabeca.
07 Curitiba, se você sorrir, lhe darei um doce by Giancarlorufatto
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Emily Haines e Buenos Aires
Emily Haines, da banda Metric, passou por Buenos Aires e usou a cidade para se inpirar nas canções de seu novo disco.
Não sabia disso. Se bobear topei com ela pelo Abasto e nem sabia.
domingo, 2 de janeiro de 2011
Richard Ashcroft na Argentina
Meu grande amigo Richard Ashcroft, responsável por inúmeras conversas musicais desde 1997 quando ele tocava no The Verve, vem tocar na Argentina. Vai ser dia 4 de fevereiro, de graça na praia de Pinamar, que fica a cerca de 400 km de Buenos Aires.O show é parte do Movistar Summer Experience, que também traz Alex Kapranos e Babasónicos para as praias argentas.
Até agora Richard não confirmou se passa pelo Brasil, mas fica aqui o apelo para que tragam o homem a terras tupiniquins. Não to podendo arcar com uma viagem internacional só pra ver o homem não.
O link pro Summer Experience da Movistar é
http://www.movistar.com.ar/promociones/summer-experience/
Atualização:
Até agora nada está confirmado. O Richard postou isso no Facebook hoje, dia 7 de janeiro:
There have been a lot of rumours circulating that Richard Ashcroft will be touring Argentina in February. Richard would love to perform in Argentina, however at the moment has no dates confirmed.
Please check the official Facebook page @ http://www.facebook.com/richardashcroft for details of upcoming shows.
Please check the official Facebook page @ http://www.facebook.com/richardashcroft for details of upcoming shows.
2011, confio em ti
2011 chegou e não tenho muitas resoluções não. Blogueiramente falando, penso em mudar um pouco a linha editorial desse lugar, parar de falar tanto de mim e me entregar por aqui. Acho que meio que cansou, né?No mais é tentar ser melhor e deixar que 2011 me surpreenda, porque como diz o Manoel em seu blog "tudo ainda é muito pouco, ninguém vai saber de véspera as dores e milagres desse ano um, bom e seminovo".
Vejo muita gente reclamando de 2010, quase ninguém falando bem. Se no dia primeiro de janeiro do ano passado eu ganhasse 2010 de presente, sabendo tudo que ia acontecer, não o trocaria não. Porque mesmo com todos os percalços e porradas consegui chegar intacto e mais forte em 2011. E no fundo é isso mesmo que importa, por mais que seja um baita chavão.
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