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terça-feira, 29 de março de 2011

Curitiba, 318 anos!


Feliz aniversário, Curitiba! 318 anos de pura antipatia cinza que eu tanto amo.

Tivemos ótimos momentos juntos nesse caso de amor que dura mais de 11 anos, mas agora está chegando a hora tomar coragem para te deixar. Faz tempo que Curitiba não me ama de volta.

Sentirei sua falta.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Curitiba Merece uma Estátua do Oil Man


Todas as cidades devem homenagear seus heróis. Se conseguiram juntar dinheiro pra uma estátua do Robocop em Detroit, por que não uma estátua do Oil Man em Curitiba?

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Canção pra não voltar



Lindeza essa música da Banda Mais Bonita da Cidade, um dos vários projetos do canalha mór Rodrigo Lemos.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Curitiba, se você sorrir

Quando é que o ano realmente começa?

É quando você volta ao trabalho? Quando cai o primeiro aluguel? Ou quando pela primeira vez no ano você acorda com uma vontade danada de mandar flores ao delegado, de bater na porta do vizinho e desejar bom dia e de beijar o português da padaria?

Além dessa dúvida, também estou com música do @rufatto na cabeca.

07 Curitiba, se você sorrir, lhe darei um doce by Giancarlorufatto

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Natal em Curitiba

Palácio Avenida

Pela primeira vez fui lá ver as criancinhas cantarem nas janelas do Palácio Avenida da Rua XV.

Fiquei impressionado com a beleza e as luzes do lugar. Tirando todo aquele discurso grudento de paz e amor pra 2011, foi um ótimo espetáculo.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

No tan Buenos Aires

Acho lindo essa coisa de certas cidades terem poemas e músicas dedicadas a elas. Aquela coisa de você andar em Ipanema e imaginar a garota que ali andava ou tentar sentir algo de diferente quando você cruza a Ipiranga com a Avenida São João.

Curitiba tem pouco disso, afinal não é uma megalópole do mundo. Temos trocentos livros do Trevisan, seus vampiros, e várias coisas do Leminski como "Curitiba é um copo vazio cheio de frio".

Hoje ouvi uma sobre Buenos Aires que assino embaixo.

Buenos Aires es mía
y no la cambiaría
me la quedo con toda su porquería
por eso vuelvo, revuelvo
un par de veces al año

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Showzinho 03/12

Dia 3 de dezembro vou abrir o show do Hotel Avenida aqui em Curitiba.

Ainda não sei qual será o meu repertório, mas certamente algumas versões do Pagodeversions e outras músicas sérias estarão no setlist.

Taí uma oportunidade de se divertir e quem perdeu o único show solo que fiz na vida, no Guairinha ano passado, pode finalmente escutar Brown GoodGood e Full of Habits ao vivo.

Ahh, e tudo isso é de graça se você clicar no link aí embaixo e imprimir o convite.


Te espero lá!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Corrente Cultural

A tal da Corrente Cultura ou Virada Cultural de Curitiba foi um total sucesso, meus pés sofridos e suas bolhas que o digam.

Em mais de 24 horas sem parar a cidade se movimentou, as pessoas comparaceram, lotaram os palcos e congestionaram a cidade de uma maneira que nunca tinha visto.

Deu tempo de ver Hermento Paschoal, Sandra de Sá, Pato Fu, Copacabana Club e, por último os melhores, Roberto Carlos e Erasmo Carlos.

O Robertão e o Tremendão, cada um num dia diferente, fizeram cada um aquele tipo de show que você precisa ver pelo menos uma vez na vida. Agora sim já posso dizer que vi Roberto Carlos distribuindo rosas para suas fãs da terceira idade, tocar Detalhes num violãozinho intimista e falar toda aquelas coisas de "Emoções" que ele sempre diz. E também posso dizer e me orgulhar que ouvi Erasmo e todos seus hits da jovem guarda, além de belas e novas cancões, lotando o

Robertão foi pura emoção, Erasmo foi rock!

sábado, 23 de outubro de 2010

Gentileza + Rosie

Dois shows que vi recentemente:

Showzinho da Banda Gentileza da última sexta. Um clássico. Ótimo ver um lugar lotado para prestigiar a muchachada!



Rosie and Me de algumas semanas atrás no Paço Municipal. Lindo lugar, linda noite.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

DVD Hotel Avenida



Os migões do Hotel Avenida estão lançando DVD! Essa aí em cima é Zelo, uma das minhas favoritas.

Você pode baixar aqui

Ou assistir tudo no youtube aqui.

sábado, 18 de setembro de 2010

Rosie and Me - Bonfires

A primeira coisa que fiz depois de sair do trabalho foi comprar uma filmadorinha digital. Uma maquininha pequena, mas muito estimada e que grava com ótima qualidade.

Já pensei em fazer várias coisas e vários projetos com ela, desde um diário de desempregado, uma websérie ou outras coisas sobre a poesia da vida, mas não cheguei a nenhuma conclusão do que fazer.

Enquanto isso filmo os amigos e aproveitei para filmar um pouco do showzinho do Rosie and Me dessa semana.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Giancarlo Rufatto - Machismo


O migão Gian está lançando mais um disco seu, feito na raça e com ótimas letras. Para baixar você clica aqui.

Segue o release o lançamento:

O disco cheio “Machismo” começou a ser planejado no meio de 2009. A ideia nasceu de uma piada sobre a total falta de jeito do homem para com os relacionamentos – piada usada como mote para o “machismo EP” de maio de 2009.

De 2008 para cá, a manha era gravar pequenos Eps e lança-los a cada três meses em alguma data comemorativa, era o que a internet parecia suportar e era o suficiente para que as pessoas lembrassem que você existe (o lastfm não nos deixa mentir). Dá pra dizer que esse disco só existe para entrar na lista do Scream & Yell ou que havia mais musicas do que feriados para usar de bordão para cada lançamento.

Seguindo a teoria dos feriados, parte de “Machismo” vem destes minúsculos lançamentos: uma do “machismo EP”, duas do EP de natal e uma do single de “dia dos namorados”. As outras sete que formam o disco são novinhas em folha, gravadas entre os meses de maio e agosto de 2010. Todas as gravações prezam pelo lo-fi, uma brincadeira que funciona mais ou menos assim: produza uma canção do começo ao fim em pouco mais de seis horas, grave todos os instrumentos, pense nos arranjos e tente soar o mais sincero possível. Até tentei gravar em estúdio, “ok, vamos tentar desta vez”, mas não me soava convincente, era bonitinho demais. Resultado da brincadeira: para cada uma das onze canções do disco, outras três ficaram de fora por não estarem boas (ou ruins) o suficiente.
O lado positivo de fazer canções sem pretensão é poder tratar coisas pessoais sem preocupação maior do que divertir a si mesmo. “Machismo (album)” começou querendo se chamar “ciao”, quase se virou “Pessoal”, “disco cheio” e por ultimo “artista desconhecido – faixa 5” – este nome sugerido pelo windons media player. São apenas canções e há tantas, todos os dias e aqui vai mais um punhado destas.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Enquanto isso em Morretes...

IDomingo passado amanheceu um dia lindo e fui dar um passeio em Morretes, aproveitando para comer o clássico barreado na margem do Rio Nhundiaquara.

Depois demos uma volta pelo centro histórico da cidade, que estava bem movimentado por sinal, e encontramos uma loja de antiguidades muito peculiar.

Entre os vários itens à venda, como geladeiras, toca-discos e outros badulaques, encontrei esse singular exemplar do discaço do Agepê. Aquele do "Deeeixa eu te amar, faz de conta que sou o primeiroooo". Realmente valeu o registro.

Se você não é familiar com todo o significado de Morretes e do barreado, sugiro uma pesquisa sobre isso urgente. Vale muito a visita!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Carne de Onça

É só quando você sai da sua cidade que você percebe que certas coisas são típicas dela. Talvez como um gaúcho que só descobre que o resto do país não fala cacetinho quando sai da República do Pampas.

Assim é com Curitiba e a famosa carne de onça, um dos meus pratos preferidos da baixa gastronomia de botecos. Como o Barreado, típico prato paranaense, a Carne de Onça é uma iguaria do underground culinário brasileiro. Famosíssima em Curitiba e totalmente desconhecida no resto do Brasil.

Para comer esse prato, em primeiro lugar você não pode ser vegetariano. Também não pode ter frescura demais porque o ingrediente básico é carne crua.

Para sua preparação, a carne deve ser moída várias vezes, não poder ter pelanca nenhuma e claro, estar extremamente fresca e limpa. Adicionando páprica, pimenta, azeite, conhaque, molho inglês, salsinha picada, cebolinha e azeite virgem você obtém a clássica Carne de Onça. Serve-se com um pãozinho ou broa e pronto. Apenas coma! Obviamente alguns lugares tem seus segredos especiais, como ovo ou sei lá o que, mas o básico é isso mesmo.

Em Curitiba, a melhor Carne de Onça que comi é da Mercearia Fantinatto, um pequeno bar da Mateus Leme. O prato lá não é só delicioso, como é preparado todo na sua frente pelo garçom. Da última vez que fui lá ele confessou que só na noite anterior tinha preparado 17 daqueles. É toda uma experiência ver como ele prepara e todo cuidado quase religioso que se tem com a carne.

Também já comi a carne de Onça do Bar do Pudim e do Distinto Cavalheiro, mas são bem inferiores. Diz a lenda que a melhor é a do Bar do Alemão e que a do Bar da Brahma também tem sua fama. Ainda tenho que degustar. Deixo uma receita básica para quem quer tentar em casa, mas não recomendo.

Depois de falar da Carne de Onça fico obrigado a escrever sobre o Rollmops, outra fina iguaria roots de boteco, mas isso é um assunto para outro post.

* nenhuma onça é assassinada para se fazer a Carne de Onça.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Professor Galdino

Professor Galdino fazendo campanha no centro de Curitiba

Ontem, quarta-feira, foi o dia mais frio de Curitiba dos últimos 12 anos. Às 3h da tarde a sensação térmica na cidade era de 1º grau. Uma friaca bizarra de trincar os dentes. Quando saí do trabalho, lá pelas 7h da noite, o frio estava mais forte ainda e uma chuva chata tornava a caminhada pra casa mais dolorida ainda.

O calçadão da Rua XV estava quase deserto mas de longe dava para escutar um jingle político irritante e repetitivo: "Professor Galdinho, Professor Galdino. Quarenta e cinco zero vinte um".

Era o Professor Galdino, candidato agora a deputado estadual, dançando, pulando e falando no microfone para uma plateia imaginária. Algumas colegiais deram bola e foram até tirar uma foto com ele. Quando estava passando mais perto, ele veio até mim com uma cara simpática perguntando "E você aí, já tem material?". Acabei ganhando uns santinhos de brinde e outros materiais de campanha.

Praticamente uma celebridade trash na cidade, o Professor Galdino se tornou um mito em Curitiba em 2004 quando começou a fazer campanha para vereador. Vestido com um guarda-pó de professor e montado em sua bicicleta, ele percorria a cidade pedindo votos e falando de sustentabilidade, já que era do PV na época.

Não se elegeu dessa vez, mas em 2008 repetiu a mesma campanha e finalmente conseguiu um lugar na Câmara dos Vereadores com mais de 11 mil votos, sendo o sexto mais votado para o cargo. Gastou apenas R$420, segundo ele mesmo diz.

Curitiba de fato é uma cidade bizarra, já que no mesmo ano um presidente de torcida organizada teve uma das maiores votações e também garantiu sua vaga na assembléia municipal.

Já como político eleito, muitos escândalos e acusações de corrupção e outros deslizes foram feitos à sua pessoa. Sua mudança pro PSDB também deu o que falar. Mas digam o que digam, no dia mais frio do ano, com uma chuva que deixava o clima mais lúgubre ainda, ele estava lá saltitando como uma gazela Thompson buscando seus votos. Ah, e é o primeiro candidato que eu já sei o número já que. depois de ouvir seu jingle chiclete, é impossível esquecer o 45021.

Dá pra escutar o jingle e saber mais dele aqui: http://profgaldino.ning.com/

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

A noite mais fria do inverno


Quem reclama de frio e da sensação de -1º em plena tarde curitibana pode lembrar de uma figura que acho que só existe em Curitiba, o cobrador de estação-tubo.

Ao contrário do cobrador de ônibus, que fica ali dentro de um veículo fechado rodando a cidade, o cobrador de estação-tubo fica sentado e parado umas 6 horas por dia, ou mais, protegido apenas da chuva mas não do vento e do frio bizarro que assola a cidade nessa semana.

Ontem, quando voltava tarde da noite de ônibus para casa, passei por vários desses caras que faziam de tudo para resgatar algum calor escondido nas mãos ou em qualquer outra parte do corpo. Era aquele frio gelado que dói os dedos e os caras estavam ali firmes e fortes trabalhando nessa sensação térmica desumana, atendendo as poucas almas que usavam transporte público naquela hora.

Outros que sofriam eram os vendedores de cachorro-quente, que mesmo com a freguesia zero da noite, estavam lá com suas barracas vendendo hot-dogs com bacon, frango, calabresa e o temível cheddar, que nunca é escrito da mesma maneira. Tem desde xedar até chedder.

Sempre tem alguém sentindo mais frio que você na noite mais fria do inverno.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Fernandez Fierro em Curitiba



Tinha cansado de ouvir falar sobre a Orquesta Típica Fernandez Fierro. Provavelmente já escutei os caras, em alguma visita a feirinha de San Telmo, mas são tantas bandas do mesmo gênero por lá que não tinha certeza. O certo é que de todas, a Fernandez Fierro é a mais famosa.

Diziam que era um tango sujo, agressivo, quase punk. Adjetivos estranhos para quem conhece a vibe Carlos Gardel que permeia esses grupos, mas que cabe exatamente no estilo callejero dos caras.

Esse fim de semana eles vieram para Curitiba tocar no diminuto e bonito Teatro da Caixa. O que seriam três apresentações se transformaram em cinco, tanto foi o frenesi de gente procurando entradas. Realmente um espanto, já que não imaginava que tanta gente aqui na cidade estaria interessado nos caras. Até mesmo o email que mandei, convocando vários amigos, foi um sucesso total. Praticamente todos foram!

O que dizer do show? Ótimo. Blues de Boedo, musiquinhas de San Telmo e um vocalista rouco que dá toda alma para uma música tão soturna que na falta de melhor classificação é chamada de tango.

Quase deu pra matar as saudades de Buenos Aires.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Lagundri - Curitiba


O bom de trabalhar na parte do Centro de Curitiba onde trabalho é a variedade de lugares para comer.

Tem fast-food, tem trash-food, tem comida honesta a 4,50, sushi, padaria que vende risole e até umas opções um pouco mais sofisticadas e, claro, caras. Hoje me dei o luxo de conhecer o Lagundri, especialista em comida do sudeste asiático.

O restaurante fica casarão na rua Saldanha Marinho e tem uma decoração caprichadíssima, lindíssima e sem exageros. Pode ser uma das minhas únicas referências, mas lembra um pouco uns restaurantes de Palermo, em Buenos Aires.

Pedi um frango com manga, castanha e outros quitutes. Estava sensacional. Uma bela mistura de sabores cítricos e salgados que me convenceu e deu vontade de voltar, quem sabe para jantar já que no almoço o lugar estava bem vazio! Leia-se: só outra mesa e a minha.

De qualquer maneira vale a pena se dar esse luxo algumas vezes, seja pela comida, ambiente ou pelo eficiente atendimento. Fica aí a dica.

http://www.lagundri.com.br/

domingo, 6 de junho de 2010

Parrilla Buenos Aires em Curitiba

Tem vezes que a saudade de Buenos Aires aperta e não tem música do Andrés Calamaro que ajude. Felizmente hoje descobri mais uma maneira de matar a saudade de toda argentinidade aqui em Curitiba. É a Parrilla Buenos Aires!

Já tinha passado várias vezes na frente do restaurante, que fica bem no centro da cidade lá na Praça Osório. Amigos já tinham me recomendado, mas nunca tinha tido a oportunidade de visitar. Hoje isso mudou!

O ambiente é bem clássico e lembra bem os restaurantes tradicionais porteños. Na parede várias fotos e cartazes que lembram Gardel e Buenos Aires. Tem até uma foto do Shopping Abasto e outra de um centro cultural da Calle Jean Jaures! Que emoção. Como trilha sonora, tangos e mais tangos, obviamente!

É possível pedir a clássica parrillada, que vem com bastante coisa e muito miúdo como morcillas e chinchulín(que não curto muito). Minha opção era óbvia. Não podia deixar de pedir um legítimo bife de chorizo! Um clássico argentino!

A carne é gigante, suculenta e ótima. Não fica devendo nada aos bifes platinos. Na verdade ela pode ser até considerada melhor, porque é servida com uma farofa temperada, arroz e um pouco de maionese, algo que não acontece na Argentina. É justo esse toquezinho brasileiro que faz toda a diferença. Combina perfeitamente com aquele bifão gigante que vem servido no prato.

A taça de vinho que tomei é um Don Valentin Malbec, que não é nada sofisticado mas não deixa a desejar em nada. Honesto e correto. Melhor ainda seria se eles servissem sorvete Fredo de sobremesa!

Desde já é um dos meus cantinhos preferidos em Curitiba. E o melhor, aceitam todos os cartões e vales-refeição. Recomendadíssimo!

A Parrilla Buenos Aires fica na Praça Osório, 431. Mais aqui.

* Fui sem máquina fotográfica, por isso fico devendo fotos do local.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Curitiba e sua Rua 24 horas

Foto: Gazeta do Povo

Uma das poucas coisas que conhecia de Curitiba antes de vir pra cá no ano 2000 era a tal Rua 24 Horas. Wow! Uma rua com lojas e lanchonetes abertas todas as horas do dia! Que coisa revolucionária!

A grande verdade é que quando fui conhecer o lugar me decepcionei bastante. Zero glamour. Um monte de restaurante meia boca, uma banca de revistas que era até bem boa e um punhado de lojinha de budulaque turístico que nunca entendi pra que existia. Foi lá a primeira vez que comi pizza com palitinho e confesso que achei meio trash.

A graça era visitar a Rua 24hs de madrugada, só que o problema era que ela era frequentada por uns poucos gatos pingados nada a ver, o que deixava o ambiente bem sem graça. Até a padaria 24 horas que fica há umas 2 quadras de lá conseguia ser melhor. Afinal, onde mais na cidade você pode comprar uma coxinha às 3h da manhã?

A decadência foi só aumentando e culminou com o fechamento do famoso ponto turístico curitibano. Depois de quase 3 anos abandonada, agora dizem que a rua será revitalizada. Vão ser mais de 3 milhões no projeto que promete um centro de cultura, cafés, livrarias e restaurantes. Mal posso esperar para tomar um mocachino na madruga lá!

Curitiba diz obrigado.

Mais aqui na matéria da Gazeta do Povo.

Booooons tempos
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