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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Rock com João Bosco e Vinícius

Quem me chama de indiezinho, hipster e coisas do tipo agora pode finalmente calar a boca.

Daqui uma semana estarei felizão num show desses caras aqui:



Tão vanguarda que já tem até versão argentina pro Hit. Pura cumbia com aquela batidinha chata, tecladinhos tão agudos que furam os ouvidos e vocalista meio fanho



Llora, me llama, baby.

Mas eu achava bem melhor "Chorá y llamáme".

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Lição de vida do dia por Jorge e Mateus



Ficar sozinho não rola mas amor não se implora.

Pegando carona na discussão sobre os melhores do ano Scream Yell que tá rolando no Facebook, deixo essa pérola do sertanejo.

Aqui a lista completa: Top Seven 2010
Aqui os meus votos: Votos.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Braziu!



Sempre bom ver como os outros nos enxergam. Matéria especial sobre o Brasil no 60 Minutes, clássico programa americano.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Argentinidad X Brasilidade

O vídeo é sobre a argentinidad, a viveza criolla e como isso atrapalha o desenvolvimento da Argentina, mas tem tudo a ver com a brasilidade e o jeitinho brasileiro. O sentimento é mútuo.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Censo

O Censo bateu aqui em casa. Um senhor de cabelos grisalhos, pinta de aposentado, e com um aparelhinho moderno na mão entrou no meu apartamento sem mobília, sentou numa banqueta e me perguntou umas 10 coisas.

Tudo muito rápido e direto no ponto que até me surpreendeu. Qual minha cor de pele, quantos banheiros tem a casa, qual minha renda e outras perguntas sobre saneamento básico. Nada da minha formação, meus anseios, meus planos pro futuro, meus amores, decepções, meus gostos musicais, melhores shows da vida ou cor preferida.

Achei que o recenseador e o IBGE saíram de casa sem me conhecer direito.

BRASIL, mostra sua cara!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Começou!



Começou o horário político na TV, algo que me diverte desde 1989 quando conheci o Enéas, Marronzinho e outras figuras na eleição presidencial.

Ao contrário de muita gente que acha isso um tédio, eu curto muito acompanhar e ver o que cada candidato diz e faz. Esse ano, entre inúmeras bizarrices de Tiririca, Marcelinho Carioca e Batoré, Dilma e Serra estão dando um show de produção.

O programa da Dilma, por mais que eu não concorde com várias coisas, é sensacional. Aquele comecinho todo emocionante, com cenas bonitas e uma música no mesmo ritmo é uma bela peça publicitária.

Eles são claros e vão direto ao ponto. São simples ao explicar os dados do progresso brasileiro, colocam as biografias de Lula e Dilma lado a lado e fazem um paralelo. Além do mais tem imagens bonitas de dentro do Palácio onde Lula governa, mostrando a intimidade do presidente. E aquele finalzinho então com a música de adeus do Lula? Haja corazón, Brasil!

E não, muito provavelmente não votarei na Dilma. Mas aí são outros quinhentos.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Pior que tá não fica?





Lembro da história de um professor da faculdade que saiu do Brasil quando o Collor foi eleito.

Dá vontade de fazer o mesmo caso Tiririca, Netinho, Vampeta, Marcelinho Carioca e KLB sejam eleitos.

Pra quem acha que isso é brincadeira, visite http://www.tiririca2222.com.br/

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Os 10 discos mais vendidos no Brasil

O site da Superinteressante divulgou a lista dos 10 discos mais vendidos da história do Brasil. Discorro aqui alguns comentários sobre eles.

10º. Terra Samba ao vivo e a cores (Terra Samba, 1998) – 2.450.411
Não lembro bem se tinha o cd ou um piratão desse disco do Terrasamba. O fato é que em 1998 eu era uma das pessoas que cantava "Nada mal / curtindo o Terrasamba não é nada mal" num show que eles fizeram na Ilha Porchat em São Vicente.

Continha outros hits, o que me lembro melhor era um que dizia "Ônibus lotado Povo apertado Será que na vida Tudo é passageiro Um calor danado Povo sem dinheiro Tenho lá minhas dúvidas Se Deus é brasileiro...".

9º. Mamonas Assassinas (1995) – 2.468.830
Não tem muito a dizer. Mas todo aborrecente de 13 anos em 1995 tinha que ter esse cd.

8º. Xou da Xuxa (Xuxa, 1986) – 2.689.000
Também tinha esse disco, também conhecido no submundo como o "disco da teta da Xuxa". É sério, basta olhar bem e atentar para a camisa muito transparente da Rainha dos Baixinhos que dá pra ver os peitos dela. Muitos adultos foram ao delírio.

7º. Um sonhador (Leandro e Leonardo, 1998) – 2.732.735
Tinha um piratão desse aí, comprado bem depois que o Leandro morreu. Tinha aquela música "Um sonhador" que emocionava com a letra "Eu não sei pra onde vou / Pode até não dar em nada / Minha vida segue o sol /No horizonte dessa estrada".

6º. Xegundo Xou da Xuxa (Xuxa, 1987) – 2.754.000
Não lembro nada especial desse disco. Era apenas mais um da Xuxa.

5º. Xou da Xuxa 4 (Xuxa, 1989) – 2.920.000

Sem muitas memórias afetivas desse também, que continha o grande hit Tindolelê.

4º. Só Pra Contrariar (1997) – 2.984.384


Minha irmã tinha esse em cd e era uma avalanche de hits com Depois do Prazer, Tá Por fora e a clássica Mineirinho. Lembro de algum show deles na praia, em um verão santista, onde dancei mineirinho junto com uma multidão na praia do Gonzaga.

3º. Leandro e Leonardo (1990) – 3.145.814
Pense em mim, chore por mim.


2º. Xou da Xuxa 3 (Xuxa, 1988) – 3.216.000
Tinha esse, mas lembro vagamente. "Ilariê" e "Brincar de índio" eram trilha sonora dos anos 80. Lembro de acordar no dia do meu aniversário e ligar a TV esperando que a XUXA me desse parabéns. Vinha aquele Café da Manhã gigante e cheio de coisas e ela ia lá e só escolhia uma frutinha. Quanto desperdício!

1º. Músicas para louvar o Senhor (Padre Marcelo Rossi, 1998) – 3.228.468
Erguei as mãos e dai glória a Deus!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Missão Porto Alegre

Depois de morar quatro anos em Buenos Aires e dividir apartamento com gaúcho, ser vizinho de gaúcho e trabalhar com gaúcho seria normal querer visitar a capital riograndense. Eram tantos causos, contos, lendas e mitos que eu precisava conhecer in loco tudo isso.

Escolhi o pior fim de semana do século para ir. Foi só chuva e frio sem parar, desde sexta de noite até segunda pela manhã quando voltei para Curitiba. Porém mesmo assim foi mais do que suficiente para recorrer as ruas e conhecer a Porto Alegre e a mítica Novo Hamburgo.

Aqui alguns flashes desse fim de semana molhado.

Ônibus de Porto Alegre tem poesias na janela. "Web / msn / orkut/ scrap / blogs / emails... mesmo assim, solidão em mim"

Todos os tipos de chimarrão lá no Mercado.

King's Kão, a mítica lanchonete de Novo Hamburgo.

Deliciando-me com um dos melhores "Xis" da face da Terra.

Esquina da Sorte. Sabe aquele pessoal que ganhou na Megasena e não levou porque o bolão não foi computado? Então, era aí.

Até o palmeirense concorda que o Museu do Internacional é muito bom.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Baunilha e Penta


Há oito anos eu acordava cedinho e me deparava com o Baunilha com vidro quebrado e som roubado em pleno estacionamento do meu prédio.

O Baunilha era meu Palio azul 97 e naquela época eu era babaca e dava nome para o carro, assim como a maioria dos meus amigos. Esse nome era tudo culpa do "cheirinho" dele. Um daqueles odorizadores de carro, em forma de árvore, dava o tom em matéria olfativa no interior do carro.

Foi uma das meia-horas mais tensas da minha vida. Fiquei sem saber o que fazer já que o jogo da final da COPA começava em meia hora e eu tinha que estar no centro da cidade na casa da então namorada com meus pais. Deixar o carro aberto ali na garagem mesmo? Levar pra algum estacionamento? Será que vai dar tempo?

Óbvio que deu tudo certo e algumas horas depois eu estava gritando É PENTA ao ver o Cafu com sua camiseta 100% Jardim Irene levantar a taça. O jogo foi tranquilaço e quase esqueci que meu carro tinha sido roubado. Com Marcos no gol e Felipão no banco, ninguém tiraria o título do Brasil Haja coração, amigo!

* Procurei nos meus arquivos e não achei uma foto do Baunilha. Que pena! Alguns meses depois de ser vendido ainda encontrei ele na rua com sua nova dona. Foi a última vez que o vi.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

A metrossexualização da cerveja

Se tem uma moda que me incomoda é a da metrossexualização da cerveja. O que era bebido com amigos numa confraternização e buena onda está se transformando hoje numa "experiência gourmet".

Sim, você agora tem que analisar a textura, como ela é encorpada, com qual alimento ela harmoniza melhor, onde foi feita, como foi o processo de fervura e gasta mais tempo falando disso do que assuntos realmente importantes com seus amigos. E claro, você paga muito mais caro para ter toda essa "avalanche" de sabores nas suas papilas gustativas.

Está se perdendo o espírito de boteco. Bêbados estão se transformando em sommeliers de cerveja. Pançudos de cevada estão cada vez mais mauricinhos intelectuais do lúpulo. É a metrossexualização da bebida, a frescurização do mundo e parece que está só começando. Fujam!

Confesso que não achei grandes coisas as cervejas artesanais que tomei. A maioria tem gosto de arroz ou alguma outra especiaria. Também não me esforço para gostar e gasta dinheiro nisso. Não quero me render ao sistema!

Não transformemos essa bebida do povo, do Zeca, da mesinha de Skol de plástico, da praia e da camaradagem numa babação de ovo gastronômica. Chega de metrossexualizar o mundo!

Zeca aprova esse post!

terça-feira, 25 de maio de 2010

Quilmes Copa 2010

E o comercial da Quilmes para a Copa de 2010, quem viu?



Mais uma aula de como fazer comercial de cerveja com futebol, né Ronaldo?

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Galã de Rodoviária

Rodoviárias são lugares feios, mas a Rodoviária de Santos consegue ser especialmente feia, ultrapassando de longe as outras que conheço.

Mas o tempo passa e sempre acabo eu passando por lá. Há 10 anos, quando deixei de morar em Santos, vez e outra chego naquela rodoviária no centro da cidade. Na maioria das vezes fico lá o mínimo possível, porque para gastar tempo existem lugares mais bonitos na cidade, e raramente me aventuro nas possibilidades gastronômicas do local.


Nesse Dia das Mães não foi diferente, passei pela mesma Rodô, mas dessa vez um pequeno pulguento dava as boas-vindas para os passageiros da Viação Catarinense.



Publicidade da Copa: Brasil X Argentina

Brasil



Argentina



Precisa dizer quem ganha?

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Palmeirices


Esse ano estou tentando mudar algumas coisas. Entre elas a minha palmeirice. Confesso que sou um palmeirense relapso. Tem épocas que não tô nem aí pro time e mal sei dizer a colocação no campeonato. Não quero me tornar um fanático doente que só fala sobre o assunto, mas saber a escalação do time é um começo. Tanto é que já comprei uma bela jaqueta Adidas retrô do time e fui ver o jogo contra o Atlético Paranaense válido pela Copa do Brasil.

É vergonhoso, mas foi a primeira vez que fui prestigiar o Palestra na cidade. Já tinha visto o Palmeiras em Buenos Aires e não em Curitiba.

Na entrada, cada um recebia um balão de ar no formato de palito. Você enchia e ficava batendo os balões, fazendo um barulho estranho. Achei até legal, mas dava a torcida uma cara de torcida coreana, daquele povo que não manja nada de futebol e nem sabe torcer.

Depois, por iniciativa da própria torcida pediram pra encher uma bexiga de festa. Confesso que não tinha nenhuma vontade de fazer isso. O jogo estava rolando e queria prestar atenção. Mas aí veio um malaco me entregar uma pedindo "Enche ae, porra". Se o malaca soubesse o quando ele parecia ridículo ao me pedir pra encher uma bexiguinha de festa...

O clima de tensão já era esperado, afinal o zagueiro palestrino Danilo tinha chamado um outro jogador do Atlético de macaco no jogo de ida. A torcida do Atlético fez um belo mosaico com a palavra "Respeito", mas não parou de chamar o nosso zagueiro de racista.


O espaço de visitantes da Arena da Baixada é muito bom. Ótima visão do campo, pertinho dos jogadores e espaço mais que ok pros palmeirenses que foram lá "hinchar" pelo time. É claro que torcida organizada é sinônimo de imbecilidade e logo saiu uma briga dentro da torcida. A PM só ficou olhando e esperou que tudo se acertasse sozinho. Por mim, que descessem o cassetete naquelas idiotas.

O jogo foi pura emoción, por culpa da incompetência palmeirense. Perderam um pênalti ridículo, várias oportunidades de gol e acabaram levando um gol do Atlético, que levaria o jogo pra disputa de pênaltis. Mas aí, aos 43 minutos do segundo tempo, esse champs aí da foto fez o gol de empate, daí foi só festa.

Lincoln, o salvador da pátria palestrina

Agora é arranjar um fim de semana e prestigiar o time lá em São Paulo em breve.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Giselle, Romário, Pelé e a Copa!

Queridos leitores desse humilde espaço internético, desde já vou avisando que as postagens relativas à Copa vão praticamente monopolizar esse blog daqui pra frente!

Copa, cara!!!

Então, falando em propagandas legais da Copa, aqui dois filmes da campanha da Sky. Giselle Bundchen, a garota-propaganda da marca, criticando o Romário e o Pelé.

Romário:



Pelé:

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Álbum da Copa

A nova coqueluche do momento que invade o Brasil é o álbum da Copa. Crianças grandes como eu estão num enorme frenesi, comprando loucamente pacotinhos de figurinhas!

Vi pelo Twitter que muitas bancas de jornal em São Paulo estão com figurinhas esgotadas! É um verdadeiro sucesso de vendas. Aqui em Curitiba só não encontrei figurinhas em uma banca, no resto é só alegria. E ainda tem mais, algumas bancas aceitam cartão de débito!

Onde trabalho a adesão ao álbum da copa entre os "colaboradores" é quase unânime. Melhor, porque assim podemos ficar trocando as repetidas no meio do expediente. Confesso que nessa semana fiquei viciado nessa coisa de comprar pacotinho de figurinhas. Por isso, como um bêbado frequentador dos Alcóolicos Anônimos, eu disse "Por hoje não comprarei".

Aqui algumas fotos do meu álbum, que se encontra em fase inicial ainda.

A majestosa capa do álbum da Copa


A seleção da Alemanha. Reparem como eles estão felizes nas fotos


Americanos, contentes como a alemãozada por participarem do álbum.

Ao contrário dos caras da Eslovênia, muito sisudos.


Os temidos argentos, com a beleza ímpar do Tevez.


Sempre que tiro uma figurinha com algum coreano acho que é repetida...



E sempre que tiro um australiano, acho que é um brasileiro.



BRAZIUUUUUUUUUUUU!

Copa 2006

A Copa de 2006 certamente foi uma experiência única pra mim. Acompanhar todo esse frenesi num país de uma seleção rival como a Argentina foi no mínimo peculiar.

Na época eu trabalhava na Latin3, onde tinham ainda uns outros 6 ou 7 brasileiros, e toda empresa parava para ver os jogos do Brasil e da Argentina num telão. Era muito divertido e as provocações eram apenas brincadeiras.

Lembro que no jogo contra o Japão o Brasil saiu perdendo e começaram a ter interferências de powerpoint e fotos no meio do telão. Colocaram um Menem gigante, sinônimo de azar na Argentina, que aparecia às vezes na tela.

Outra ocasião bizarra foi ver alguns jogos no Maluco Beleza, um tipo de discoteca brasileira onde só toca Axé e toda aquela brasilidade musical. Era divertido, mas não é o melhor lugar para ver sua seleção na copa. Ver o jogo em pé, com várias dançarinas de profissão duvidosa, mulherada dando chilique em qualquer ataque e aquele monte de gente suada no mesmo lugar não é recomendável. Além do mais, como de praxe, os narradores argentinos torciam muito contra o Brasil. O bom do lugar é que no dia do jogo rolava uma feijoada por uns 10 ou 15 pesos.

Aqui algumas fotos desse descontrole futebolístico:


* Agradecimentos ao Denilson que me mandou essas fotos hoje.
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