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domingo, 24 de abril de 2011

Paris, Texas.

I used to make long speeches to you after you left. I used to talk to you all the time, even though I was alone. I walked around for months talking to you. Now I don't know what to say. It was easier when I just imagined you. I even imagined you talking back to me. We'd have long conversations, the two of us. It was almost like you were there. I could hear you, I could see you, smell you. I could hear your voice. Sometimes your voice would wake me up. It would wake me up in the middle of the night, just like you were in the room with me. Then... it slowly faded. I couldn't picture you anymore. I tried to talk out loud to you like I used to, but there was nothing there. I couldn't hear you. Then... I just gave it up. Everything stopped. You just... disappeared. And now I'm working here. I hear your voice all the time. Every man has your voice.


Vi aqui e lembrei.

terça-feira, 22 de março de 2011

quarta-feira, 16 de março de 2011

Cry Baby: The Pedal That Rocks The World

Cry Baby: The Pedal That Rocks The World from Joey Tosi on Vimeo.



"Cry Baby: The Pedal That Rocks The World" é um documentário de quase uma hora sobre o "uá-uá" ou "wah-wah", aquele pedal tão clássico da música.

Desde sua invenção, o primeiro artista que gravou e sua popularização no rock, na indústrica pornô, está quase tudo no vídeo. Logo de cara tem o Slash falando sobre. Não vou dizer que é obrigatório, mas que é muito curioso ficar sabendo disso é!

Vi aqui.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Bruna Surfistinha, eu vi.



"Bruna Surfistinha" nem é tão ruim assim, é bem ok. Tem cenas de sexo caprichadíssimas, outras bem engraçadas, uma trilha sonora com Radiohead, uma Deborah Secco muito bem. Mas é só isso.

O grande problema é que é previsível. Não existe nada ali que não seja esperado. E mesmo se tratando de um filme baseado numa história real o roteiro poderia sair um pouco do feijão com arroz e ousar mais. Ousadia não é só cena picante (isso tem de sobra), mas quebrar um pouco a mesmice e surpreender quem assiste.

Mesmo assim, acho que vale a pena ver o filme. E digo isso para a maioria dos filmes nacionais que entram em cartaz. É interessantíssimo ver atores e caras conhecidas fazendo coisas além da novelinha diária sem sal.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Que pena tu vida - O filme



Postei aqui outro dia sobre esse filme, mas só hoje finalmente vi.

"Que pena tu vida" foi o filme mais visto do Chile em 2010 e o sucesso foi tanto que já estão produzindo seu sucessor.

A história é carregada de referências a twitter, facebook, iPhone e Sms porque é bem nesse mundinho que os personagens vivem. Javier, o protagonista, é um publicitário de 29 anos que acabou de terminar o namoro com Sofía, uma bela chilena de olhos claros.

O cara na verdade é um grande imbecil e perde a cabeça total, faz altas loucuras, conhece mulheres insanas, vive situações bizarras e vai a decadência financeira até voltar pro prumo. A historia não é nada que você já não tenha visto antes, mas é contada de uma maneira super original, com várias intervenções engraçadas na tela. Por exemplo, todo SMS trocado no filme aparece escrito de uma maneira ou outra na cena. Os personagens beiram a surrealidade. A mãe do cara, por exemplo, é um perfeito exemplo de mãe que quer ser moderna mas acaba exagerando na dose. A cena em que ela chega no quarto do filho e acorda o cara e a menina que passou a noite lá, oferencendo suco e puxando um papo do além, é imperdível.

É engraçadíssimo, atual e perfeito para nossa geração smartphone. A pergunta do trailer é totalmente pertinente. "Como desconectar quando você vive conectado?".

Nem ideia se vai passar no Brasil, mas está aí em cartaz nos downloads da internet.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Que pena tu vida



Quando dizem pra você que um filme chamado "Que Pena Tu Vida" é a tua cara, o que você responde?

Não sei. O que sei é que até parece bem divertido esse filmezinho chileno.

domingo, 23 de janeiro de 2011

O Efeito Ramona Flowers

Finalmente vi Scott Pilgrim. Finalmente entrou em cartaz em Curitiba e pude ver o filme que todo mundo falava faz tempo. E com razão, é genial. Sem mais.

E não deu pra não ficar gamado na Ramona Flowers, a personagem que faz o protagonista Scott fazer o impossível para ter o seu amor. Para ficar com ela, ele precisa lutar contra os 7 ex-namorados do mal e vencer a todos.

Fiquei pensando em como nós somos previsíveis para isso, de como adoramos o difícil só pra provar que a gente pode. É claro que sempre vamos querer a Ramona. Ela não é óbvia, não é 100% acessível, não deixa claro o que quer e por isso mesmo nos fascina. E por isso mesmo lutaríamos contra 7, 14 ou 77 ex-namorados pra estar com ela e deixaríamos a Knives, ex-namoradinha chatinha e chiclete, de lado sem nenhum remorso.

Ok... Talvez a franja tenha alguma coisa a ver com essa adoração toda.

Se você não entendeu nada desse post, aqui o trailer do filme:

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Tetro

Tetro é um filme que quer ser um baita filmão e não consegue. São muitos climas, o preto-e-branco, orquestras e aquele ar de importância. Mas isso não quer dizer se trata de um filme ruim, muito pelo contrário. Apenas é pretensioso. Vi certos exageros em certas cenas e atuações, mas a história é riquíssima. Uma bela trama de segredos, família e muita rivalidade.

Também tem uns belos furos. Por exemplo, numa parte do filme, os personagens decidem ir de carro chique e conversível de Buenos Aires até a Patagônia. É mais ou menos se a gente aqui decidisse ir de Mercedez-Benz até a Amazônia e isso fosse considerado normal.

É claro que sou suspeitíssimo para falar. Filmado em Buenos Aires, numa das primeiras cenas um dos personagens aparece descendo do ônibus 29 em plena Boca. Pronto, me ganhou de vez.

Além do mais tem vários bares de San Telmo, a Boca, a 9 de Julio, um Vincent Gallo muito bem, uma gama de atores argentos que estava acostumado a ver em novelas por lá, como Mike Amigorena e Leticia Brédice, além da linda e espanhola Maribel Verdú.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

José e Pilar


Muito se sabe e se fala de José Saramago, mas o que poucos conhecem é Pilar, a outra metade da laranja dele. Confesso que só sabia que além de esposa ela também traduzia seus livros pro espanhol, nada mais.

O documentário José e Pilar mostra toda a vida do casal, suas viagens, discussões e romance. Além poder ver como era o dia a dia de um Nobel da literatura e todo seu processo criativo, nos deparamos com a fortíssima figura de sua esposa Pilar. Ela organiza sua agenda, o ajuda a vestir, responde entrevistas e o representa de forma única, sem se rebaixar, sem se sentir menor e não sendo em nenhum momento aquela mulher submissa que está a serviço do marido.

E claro, não são poucos os momentos de xuxuzices do casal e as declarações de amor de Saramago para sua musa.


terça-feira, 2 de novembro de 2010

To the Sky



Depois de muito atraso pela primeira vez vi um filme em 3D.

Nada mais apropriado do que um filme de umas corujinhas ter o Owl City como trilha sonora. Fazia um tempo que não ouvia uma música nova desse grupo.

Tipo de música que contagia!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Senna - O documentário



Taí o trailer do documentário do Senna, feito pela produtora britânica Working Title. Diz a lenda que sai ainda esse ano no Brasil, em comemoração aos 50 anos do nascimento do ídolo. No Japão estreia em outubro.

É material de sobra para aqueles que ainda insistem em dizer que o Senna não era lá grandes coisas e apenas fruto dos ufanismos de Galvão Bueno.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Amor em tempos de Darín

O sensacional ator argentino Ricardo Darín deu uma super entrevista para a Globonews, dividido em dois programas de meia-hora.

No final do segundo programa, quando perguntado sobre o segredo do seu casamento que já dura 22 anos, ele deu uma resposta que é uma verdadeira declaração de amor. Até a repórter ficou sem fôlego!

"Não sei se há um segredo, mas sei que não existe uma fórmula.

As relações humanas são tão inéditas. Quando uma pessoa conhece outra, naquele instante se produz um fato inédito que, por mais que possa parecer com outra relação, na verdade não tem nada a ver. É um mundo à parte, regido por seus próprios códigos, por suas próprias regras, por suas próprias vibrações, pulsações, perfumes, imagens, temperaturas.

Então, resumindo, eu diria que tudo se deve a ela. Ela é, para mim, insubstituível. Ela é a responsável por eu ter a família que tenho, ela é o motivo pelo qual tudo parece estar nos trilhos, ela é a razão pela qual tenho os dois filhos que tenho, que são extraordinários porque são pessoas de verdade.

Tudo se deve a ela. Ela se chama Florencia. Sou um profundo admirador da mulher - do que significa a mulher nesse planeta - , e para mim, o rosto dessa grande admiração é o dela.

Ela é uma mulher extraordiária e esse período que tivemos separados não fez outra coisa além de nos mostrar a falta que sentíamos um do outro e que valia a pena tentar outra vez de dentro, e não de fora, e foi isso que fizemos faz 12 anos."

Rola ver os dois programas no site da Globonews. O primeiro aqui e o segundo aqui.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

The Swell Season no Brasil


The Swell Season, a dupla que é resultado do belíssimo filme Once, ganhador do Oscar de melhor canção de 2008 vem tocar no Brasil no final de agosto no Rio e em SP. Ainda não decidi onde verei o show, mas que verei verei!

Glen Hansard e Marketa Irglova, o casal que fazia um par romântico no filme, acabou transportando o chamego pra vida real. Ouvi falar que eles tinham terminado, mas que continuam tocando juntos. Ninguém confirma a separação.

Enfim, o fato é que eles lançaram um novo disco, que mal comecei a ouvir mas que é desde já um clássico. Once é passado em Dublin e conta a história de um cara que canta nas ruas as suas música e seu amor impossível com uma imigrante tcheca. É um dos meus filmes preferidos dos últimos tempos e recomendo bastante. Escrevi sobre ele aqui faz tempo.

Para ouvir as novas canções do The Swell Season tem o myspace deles.

Aqui o clip para "Low Rising"

terça-feira, 29 de junho de 2010

Vamos chorar?



Os argentinos, especialistas em dramas e chororôs, explicam muito bem como fazer para chorar de verdade nesse comercial.

Gênios!

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Tudo por dar certo


Entrei no cinema para ver "Whatever works" como um time que joga por tabela. Já tava ganho o campeonato e só fui lá para um simples trâmite. Pena que demorou uns 4 meses para esse filme estreiar em Curitiba. Vida na província é assim!

A mistura de Woody Allen com Larry David no cinema apenas não poderia dar errado e é exatamente isso que acontece. Para quem não sabe, Larry é um dos criadores de Seinfeld e ultimamente tinha uma série só para si na HBO, a ótima Curb Your Enthusiasm.

No filme ele interpreta Boris. Ou seja, interpreta o neurótico, intelectual, egoísta, bizarro, mas possuidor de muito carisma, que basicamente é a própria personificação do Woody Allen. Um dia Boris conhece a caipira Melody e bom, daí a coisa vai pra frente.

O filme realmente me enganou, já que ele vai mostrando uma previsibilidade ridícula na sucessão dos fatos que chega a irritar. Mas calma lá! Logo coisas realmente inusitadas começam a acontecer e vemos cenas surreais.

É claro que Woody já fez coisa melhor, mas também já filmou coisas bem piores. O filme Scoop, por exemplo, é um lixo radioativo. Vale muito a pena ver, ainda mais pagando só 4 reais no cineminha do Unibanco. Falando nisso, agora que o Unibanco virou Itaú, como é que vai ficar o cinema? Oremos para que não acabe se rendendo ao capitalismo usurpador dos banqueiros!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Aol Sul da Fronteira


Não gosto do Hugo Chavez nem do Evo Morales. Não me sinto de esquerda ou de direita. Ideologia? Eu não tenho uma pra viver, definitivamente.

Convivi com vários venezuelanos na Argentina e pude conhecer melhor tudo o que eles passam e como a vida deles mudou desde a chega do Chávez no poder. Não consigo nem imaginar essa coisa de exílio forçado que muitos passam, já que voltar pra lá não é opção para eles. O resultado é uma fuga de cérebros para os Estados Unidos e outros lugares do mundo.

Desde o ano passado, quando foi noticiado que o cineasta Oliver Stone estava percorrendo a América do Sul e entrevistando vários presidentes para documentário "Ao sul da Fronteira", já fiquei interessado em ver no que isso resultaria.

Depois de muita espera finalmente o tal documentário estreiou em Curitiba e fui assistir numa sala vazia no cinema do Novo Batel, só outro champs e eu prestigiando. Não é a toa que certas produções demoram eras para chegar na cidade e quando chegam ficam uma semaninha e olhe lá.

Mesmo não concordando com muita coisa que é dita, não posso negar que Oliver Stone conseguiu fazer um documentário bem incisivo e que flui fácil. É muito interessante ver os absurdos e as contradições da mídia americana, além do ponto de vista de Lugo, Cristina, Chavez e Lula sobre os mais variados assuntos. E claro, querendo ou não, ajuda a tentar entender afinal porque eles agem como agem e como estamos como estamos aqui no Sul da Fronteira.

Aqui um pouco da rápida participação do Lula:

quarta-feira, 16 de junho de 2010

High Fidelity

What came first, the music or the misery? People worry about kids playing with guns, or watching violent videos, that some sort of culture of violence will take them over. Nobody worries about kids listening to thousands, literally thousands of songs about heartbreak, rejection, pain, misery and loss. Did I listen to pop music because I was miserable? Or was I miserable because I listened to pop music?

terça-feira, 25 de maio de 2010

Upside Down - A história da Creation Records

A Creation Records, fundada pelo lendário Alan Mcgee, foi simplesmente um dos melhores selos musicais da música recente.

Mcgee tinha um talento único para descobrir bandas e foi o responsável pelo estrelato Oasis, My Blood Valentine, Teenage Fanclub, Jesus & Mary Chain, Primal Scream e Super Furry Animals.

O documentário Upside Down promete contar as histórias e lendas dessas bandas e todos os bastidores por trás da contratação delas.

Pra mim, só a presença e os depoimentos do Noel Gallagher já valem o documentário.

O trailer taí abaixo, mas fica difícil entender o que alguns caras dizem com um sotaque tão carregado, como o do próprio Mcgee.

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